quinta-feira, 19 de maio de 2011

Classificação dos Sujeitos - 7° ano


Professor regente: Rodrigo Uliano
Professora da Sala Informatizada: Silvia Trentini Machado

O sujeito das orações da língua portuguesa pode ser determinado ou indeterminado. Existem ainda as orações sem sujeito.


1 – Sujeito determinado:

É aquele que se pode identificar com precisão a partir da concordância verbal. Ele pode ser:

a) Simples: apresenta apenas um núcleo.
Exemplos:

A rua estava deserta.
Os meninos estão gripados.
Todos cantaram durante o passeio.

b) Composto: apresenta dois ou mais núcleos.
Exemplos:

Tênis e natação são ótimos exercícios físicos. 
Os tigres e os rinocerontes estão ameaçados de extinção.
O livro, o caderno, a caneta e a régua estão naquela gaveta.

c) Oculto (ou desinencial): ocorre quando o sujeito não está explicitamente representado na oração, mas  pode ser identificado.
Exemplos:

Ficamos abestalhados com tanta corrupção. (nós)
És um bom amigo. (tu)
Fiz toda a lição de casa. (eu)


2 – Sujeito indeterminado:

É aquele que, embora existindo, não se pode determinar nem pelo contexto, nem pela terminação do verbo. Veja abaixo maneiras diferentes de indeterminar o sujeito de uma oração:

a) Com verbo na 3ª pessoa do plural: o verbo é colocado na terceira pessoa do plural (eles), sem que se refira a nenhum termo identificado anteriormente.
Exemplos:

Procuraram você por todos os lugares.
Estão pedindo seu documento na entrada da festa.
Bateram minha carteira no ônibus.

b) Com verbo ativo na 3ª pessoa do singular, seguido do pronome se: O verbo vem acompanhado do pronome se, que atua como índice de indeterminação do sujeito. Essa construção ocorre com verbos que não apresentam complemento direto (verbos intransitivos, transitivos indiretos e de ligação). O verbo obrigatoriamente fica na terceira pessoa do singular.
Exemplos:

Vive-se melhor no campo.
Precisa-se
de técnicos em informática.
No casamento, sempre se fica nervoso.


3 – Oração sem sujeito:

Apesar de ser um termo essencial da oração, o sujeito pode não existir em algumas orações. No caso de orações sem sujeito, o processo que o verbo expressa refere-se a si mesmo e não pode ser atribuído a ninguém. Em geral, são orações sem sujeito:

a) As que se referem a fenômenos da natureza (nevar, chover, ventar, gear, trovejar, relampejar, amanhecer, anoitecer, etc.).
Exemplos:

Choveu muito ontem.
Está trovejando.
Amanheceu antes do horário previsto.

b) As que apresentam os verbos "haver", "fazer", “estar” e "ser", empregados de forma impessoal.
Exemplos:

Havia muitos alunos naquela aula.
Faz dois anos que não vejo meu pai.
Está muito quente.


Fontes pesquisadas:







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